segunda-feira, maio 29, 2006

Alto Minho Artigo 29-05-2006

Quem será?

Durante os últimos anos temos assistido, por vezes sem nos darmos conta, a uma guerra surda dentro do CDS limiano. Por um lado Gaspar Martins, por outro Abel Baptista. Durante alguns anos foram estes os homens que secundaram Daniel Campelo quer no partido, quer no executivo camarário.

Gaspar Martins foi/é sem dúvida o homem do terreno de Campelo. Foi ele que fez Campelo ao “apresenta-lo” às freguesias. Se outro ponto não houvesse em comum entre as diversas festas nas 51 freguesias do concelho pelo menos um existia, a presença de Gaspar Martins em todas elas. Apesar do peso dentro do aparelho, Martins sabe que foi precisamente este que lhe roubou qualquer hipótese de pensar chegar ao mais alto lugar do município, a presidência da Câmara.

Abel Baptista, pelo contrário, foi conquistando o seu lugar no partido paulatinamente. Como nessa conquista enfrentou várias vezes o “bulldozer” do CDS, várias foram as sequelas daí resultantes. Nas últimas eleições autárquicas, ao encabeçar a lista do CDS à Assembleia Municipal, teve a oposição pública da Juventude Popular que fez um apelo ao boicote à lista. O resultado foi o aumento dos votos também na Assembleia para o CDS… Há coisas que perpassam os interesses partidários.

Com a sua surpreendente eleição para a Assembleia da Republica, Baptista conseguiu o que não tinha conseguido ao ser eleito líder da distrital. Ganhou espaço próprio. Com esta eleição quebrou as amarras que o prendiam ao CDS limiano, logo, a Campelo.

Daniel Capelo já assumiu em várias entrevistas que este é o seu último mandato. Assim sendo, e como de longe se prepara uma candidatura autárquica, apenas duas pessoas do CDS o podem fazer: o actual vice-presidente da Câmara, Victor Mendes, e Abel Baptista. Gaspar não ficaria nada contente se viesse a ser o último. Será que Campelo terá que se candidatar mais uma vez?

Pois é, o PS outra vez

Bem pode o PS limiano gritar que tem ideias, que tudo está bem, que tem um rumo e que os cidadãos são a prioridade. O PS limiano tem pelo menos três problemas sérios em mãos.

Por um lado não consegue justificar a saída do seu líder e vereador Montenegro Fiúza, de uma forma plausível, ao eleitorado. As explicações podem ser muitas, pode-se até evocar, por exemplo, o trabalho de equipa, mas o PS sabe bem que uma boa percentagem dos votos que teve nas autárquicas foi o resultando de uma imagem muito personalizada do seu cabeça de lista à Câmara Municipal. Nada justifica o defraudar das expectativas dos eleitores e, neste caso, o PS de Montenegro defraudou.

Outro problema é consequência do primeiro. O actual líder assumiu-se como sendo a prazo, disposto a sair caso o anterior queira voltar. Esta foi uma tentativa de desculpabilização, uma tentativa de demonstrar que no PS não importa a liderança, mas sim o colectivo. O pior é que, em qualquer partido, a liderança é fundamental para o colectivo. É preciso dar exemplos? O PS não se apercebe desta realidade e ao afirmar que é um líder a prazo, Jorge Silva, demonstrou que o PS não é a alternativa ao CDS na Câmara Municipal. Um líder não o pode ser nem a prazo nem apenas em época de eleições.

O terceiro problema do PS é a sua atitude um pouco, digamos, “estalinista” no que concerne à opinião contrária. Bem sei que irão dizer: quem não se sente não é filho de boa gente e coisa e tal. Mas como pode o PS querer que as suas ideias sejam tidas em conta, quando não admite sequer que estas sejam criticadas? É lamentável verificar que qualquer artigo de opinião que vise o PS seja logo acusado de todos os epítetos por parte do “staff” socialista. As acusações feitas ao director deste jornal são o reflexo disso mesmo. Mas então o PS ou os seus membros não escrevem em quase todos os números do Alto Minho? Para não ficar de fora das citações dos dizeres populares, costuma-se dizer que as atitudes ficam com quem as toma.

Já agora, que é feito da juventude socialista? Volta lá para o estio aquando das próximas eleições autárquicas. Com certeza…

segunda-feira, maio 22, 2006

Alto Minho artigo de 22-05.2006

Hospital Conde de Bertiandos

Abel Baptista convocou uma reunião extraordinária da Assembleia Municipal de Ponte de Lima para dia 29 de Maio. A situação da saúde em Ponte de Lima, nomeadamente o caso polémico do fecho de serviços no Hospital Conde de Bertiandos, serão os temas a debater.

Pese embora o presidente da Assembleia Municipal ter dito que os partidos com representação na Assembleia partilhavam a mesma opinião sobre o assunto, as direcções partidárias deveriam tornar pública a sua posição. Com isto esclareciam os cidadãos, acabando de vez com qualquer tipo de suspeita de partidarismo.

Os representantes das freguesias têm agora a oportunidade de juntarem, também, a sua voz a esta luta. Ainda recentemente não o fizeram em relação à PSP. Esperemos que desta feita se unam a uma só voz a bem das populações que representam.

O Presidente da Assembleia afirmou a vontade de envolver as forças sociais neste combate. Esse é, certamente, o caminho, mas não pode esquecer a população. Esta deveria estar presente na reunião da Assembleia em peso, cabendo à Assembleia promover essa participação, nem que para isso tenha de alterar o local da reunião.

Será a sina limiana?

No espaço de um mês, Ponte de Lima vê três unidades fabris fecharem as suas portas. Depois das últimas noticias indicarem que o IKEA terá outro poiso que não Ponte de Lima, esperávamos que o Presidente da Câmara chegasse com boas notícias do Brasil. Continuamos à espera das notícias. No caso COBRA, a Câmara fartou-se de anunciar o negócio como fechado. Criou expectativas, pelo que, se este sair gorado, terá muitas explicações a dar.

Ponte de Lima vive dias sombrios em sectores essenciais e vitais como a saúde (o caso do fecho de valências e serviços do Hospital), a segurança (o putativo encerramento da esquadra da PSP sem o aumento dos meios e efectivos da GNR), o emprego (a onda de encerramento de unidades fabris). Até quando? Olhem, pelo menos, temos festivais de jardins...

Admirável miradouro

Há mais ou menos um ano, o vice-presidente da Câmara, o vereador Vítor Mendes, anunciou que o mais antigo jardim de Ponte de Lima ia ser alvo de revitalização. O mesmo vereador acrescentou ainda que o monte de Santa Maria Madalena não estava ao abandono. Na sua opinião o antigo orgulho limiano apenas necessitava de umas pequenas reestruturações que a Câmara Municipal iria prontamente realizar. A Madalena não estava ao abandono, no máximo talvez estivesse, esteja, relegada aos serviços mínimos...

Um ano depois continuamos à espera. Para quando o começo das obras? Para quando a recuperação do esplendor que outrora aquele espaço teve?

O monte da Madalena continua serenamente à espera. À espera da recuperação, não de ser engolido pela massa construtiva que, infelizmente, já lhe aperta as entranhas.

Navegar à bolina

Infelizmente são vários os casos de falta de rumo nas políticas camarárias na última década. Veja-se, por exemplo, as aquisições, construções e reconstruções de edifícios por parte da Câmara Municipal. Desde a aquisição de uma casa na Além da Ponte, a construção do popularmente baptizado “micro-ondas”, passando pela reconstrução do Mercado Municipal, eis alguns exemplos de edifícios que nem a Câmara nem os munícipes fazem ideia para que servem. Uns perderam a sua serventia, outros esperam ter serventia, outros ainda têm uma serventia no mínimo, digamos, virtual.

Outro caso dessa navegação é o do pelouro da cultura. Não se encontra um objectivo, um fio condutor na promoção cultural. Concelhos vizinhos, Arcos de Valdevez por exemplo, fruto da sua política cultural, vão cativando públicos em diversas áreas culturais. Ponte de Lima ainda não criou qualquer tipo de público. A vereação tem culpa desta situação e de nada vale apresentar os números “fantásticos” do costume. A realidade está à vista de todos. Talvez fosse tempo de ver e aprender com quem tem tido sucesso nesta área. Não é vergonha nenhuma.

Demagogia populista?

Outro exemplo desse navegar à bolina é a imposição dos 40 km/h de velocidade máxima nas estradas municipais limianas. Serão gastos perto de 50 mil euros, quando não existe um único estudo que indique que ao baixar dos actuais 50 km/h para os 40 km/h se irá reduzir a sinistralidade rodoviária no concelho. Para onde irá mais soprar o vento?

segunda-feira, maio 15, 2006

Alto Minho artigo de 15-05-2006

Hospital de Ponte de Lima

Martins Alves, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Alto Minho, proferiu as seguintes afirmações acerca do próprio CHAM; «se se tratasse de uma empresa privada, já estava fechada há anos», «havia 29 milhões de euros de capital social, mas a anterior administração gastou-o todo». Já Maciel Barbosa, coordenador da ARSN, acusou a anterior administração do CHAM de mentir, quando anunciou o lançamento de obras de remodelação no Serviço de Urgência do Hospital de Ponte de Lima.

Estas acusações são graves e imputam uma responsabilidade enorme na anterior administração. Por serem graves não poderão ser dúbias. A referida administração deveria dar a conhecer a sua versão dos factos. Não nos podemos esquecer de que há anteriores administradores que ocupam cargos de relevo político e que a gravidade das acusações poderá abalar a sua credibilidade junto dos seus eleitores.

Há, no entanto, um factor a ter em conta, a actual conjuntura de contestação que se vive face aos encerramentos de serviços e valências no hospital de Ponte de Lima. Como as razões são apenas de ordem económica, nada melhor que sacudir a água do capote. É por estas razões que estes cargos não deveriam ser de nomeação política, os administradores deveriam sê-lo pela sua competência técnica e não pela sua cor partidária.

Uma coisa é certa, depois destas afirmações, nada pode ficar como antes.

Votos de louvor há muitos…

O vereador com o pelouro da cultura, desporto e juventude propôs um voto de louvor à Associação Desportiva “Os Limianos” não só pela sua conquista desportiva, mas também pela sua postura nos últimos anos, isto no que concerne à recuperação económica e social. Como era merecido foi aprovado, e bem, por unanimidade.

Realmente, é bom realçar os feitos da AD "Os Limianos". É bom, porque é, de facto, um exemplo para o restante associativismo limiano, não só desportivamente falando, mas também na sua gestão interna. Todos ainda se lembram como “Os limianos”, há menos de três anos, estiveram na iminência de pura e simplesmente acabar.

Não questionando a boa intenção da proposta do voto de louvor, surge a pergunta: o que é que a Câmara Municipal fez para que a actual situação se verificasse?

Não bastam palavras afáveis e bonitas. Não bastam votos de louvor. São necessários actos. Actos coerentes com as palavras.

É tempo de edificar um verdadeiro centro desportivo em Ponte de Lima, onde as diversas associações e clubes tenham o seu espaço de acordo com o seu peso social e desportivo. Se, em Milão, dois dos maiores clubes europeus coabitam no mesmo estádio, porque não aplicar o mesmo sistema em Ponte de Lima? Talvez assim se evitassem pequenos e inoportunos atritos entre associações ou clubes e se criassem condições idênticas para que todos eles prosseguirem no encalço dos seus objectivos.

Vieira do Minho

O mesmo vereador que propôs o voto de louvor foi convidado a participar na Sessão Solene das comemorações do 25 de Abril do concelho de Vieira do Minho.

Nessa sessão realizou-se um colóquio subordinado ao tema "Experiência de um Centro Escolar - Reordenamento Escolar". Depois da maneira como a câmara de Ponte de Lima tratou/trata do assunto dos centos escolares, que dizer? Talvez os senhores de Vieira do Minho precisassem de alguém que lhes mostrasse como não proceder na implementação dos centros escolares. Talvez…

Dois apartes

Alguém pode dizer quem é o responsável pela limpeza das rotundas de Santo Ovídeo em Arcozelo? É que, daqui a pouco, os condutores terão que usar os seus “super-poderes” para ver quem circula nelas, tal é a altura dos “arranjos florais”…

Não sei se são da mesma espécie dos cogumelos ou dos coelhos, mas os carros em segunda-mão, há venda nas bermas das estradas do concelho limiano, parecem ter uma capacidade reprodutiva enorme. Não bastavam os TIR’s, ainda se lhes associam carros com os mais diversificados dizeres “vende-se”, “procura novo dono”, “barato”, “como novo”, etc. Será que as bermas e rotundas das nossas estradas foram concebidas para stands de carros usados? Mais uma vez, ao que parece, talvez…

segunda-feira, maio 08, 2006

Alto Minho artigo de 08-05-2006

Será o custo da ruralidade?

O governo PS parece querer encaminhar o Hospital Conde de Bertiandos para o princípio do seu fim. Com as notícias preocupantes sobre o encerramento das urgências durante o período nocturno, veio a público o que a custo se tinha tentado escamotear. Vejam-se os casos de encerramento das consultas externas de valências como Pediatria ou Cirurgia. Aos poucos foram fechando serviços, alguns exames deixaram de ser feitos em Ponte de Lima. “Agora só em Viana” - dizem. As pessoas foram-se habituando ao ritmo dos encerramentos. Habituando, mas não conformando. Note-se. Agora querem acabar com o Serviço de Atendimento Permanente durante o período nocturno. Não será esta a gota de água?

É tempo de definições, não de hesitações!

Que fique claro, principalmente para alguns, que não está em causa qualquer tipo de concurso para ver quem intervêm primeiro, mas a Assembleia de Freguesia de Ponte de Lima foi, realmente, a primeira Assembleia no concelho a insurgir-se contra o que se está a passar no hospital. A Assembleia Municipal, no dia 29, também o fez, a Câmara Municipal parece, também, associar-se. As restantes freguesias também o virão, certamente, a fazer.

O presidente da Assembleia Municipal de Ponte de Lima reúne-se hoje, segunda-feira, com representantes da ARS Norte, da Sub-Região de Saúde de Viana e da administração do Centro Hospitalar do Alto Minho. Esta reunião não poderá ter como objectivo único conhecer as orientações do Ministério da Saúde. É preciso vincar que as populações já se ressentem com a deslocação de serviços. É preciso que saibam que os cidadãos alto-minhotos não percebem como foi possível gastar tantos milhares de euros na requalificação do hospital para que, de repente, ao invés de apostar em novos serviços, lhe sejam retirados, aos poucos, os que nele actuavam.

A diminuição dos gastos parecem justificar tudo para este governo. Haverá alguma outra justificação além das questões económicas para a retirada de serviços do Hospital Conde de Bertiandos? Infelizmente a resposta parece ser não.

Acção, reacção

Na semana passada, podia-se ouvir em algumas rádios locais que Monção lutava pela manutenção das urgências 24 horas por dia. Desde o envio de uma moção, aprovada por unanimidade na assembleia Municipal local, ao primeiro-ministro José Sócrates até a um abaixo-assinado que estava a circular por todas as freguesias do concelho, eis algumas das acções de contestação que a Câmara Municipal tem liderado. Um, dentre os argumentos que se podiam ouvir, era o de Monção ser o quarto concelho mais populoso do distrito de Viana do Castelo.

Ponte de Lima é o segundo mais populoso. O seu hospital serve habitantes do próprio concelho, de Paredes de Coura, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e inclusive de Barcelos.

Talvez seja tempo dos cidadãos não ficarem impávidos e serenos. Talvez seja tempo dos cidadãos cerrarem fileiras com os seus representantes e lutarem para não assistirmos a mais um encerramento.

Os cidadãos que são servidos pelo hospital de Ponte de Lima merecem ver esses serviços melhorados e não retirados.

terça-feira, maio 02, 2006

Alto Minho artigo 02-05-2006

AD "Os Limianos"

Os Limianos sagraram-se campeões distritais depois de terem dominado, do início ao fim, a 1ª Divisão de honra. É o regresso à Terceira Divisão Nacional. Depois do Correlhã, infelizmente tudo indica que não se manterá lá no próximo ano, eis que Ponte de Lima continua a dar cartas neste desporto de massas.

Este é o resultado de um trabalho árduo que Tito de Morais tem liderado. Quando todos pensavam que a Associação Desportiva "Os Limianos" tinha encontrado o seu fim, a equipa que preside acreditou, dedicou-se e os resultados apareceram.

A equipa técnica, liderada sabiamente por Carlos Cunha, soube conduzir os craques, quase todos eles limianos, e fazer jus ao esforço da direcção.

Agora, não entrando em euforias, esperemos que o próximo ano seja o ano da consolidação financeira e desportiva. Parabéns.

Plano de Urbanização

O vereador do PSD, Manuel Trigueiro, na sua declaração de voto sobre o Relatório de Gestão e Contas referiu-se ao PU da vila de Ponte de Lima afirmando que este, quando vier a ser aprovado, será apenas um levantamento do que entretanto foi construído. De facto, tem toda a razão. Quando o PU estiver pronto a ser executado já não será necessário. A pressão urbana é cada vez maior e os resultados, como se pode verificar na parte nova da vila, deixam muito a desejar em termos de ordenamento.

Ponte de Lima com um centro histórico bem preservado, onde todos os presidentes da Câmara, desde os irmãos Abreu Lima, passando por Fernando Calheiros e por fim Daniel Campelo isto só para falar dos do tempos pós 25 de Abril, têm apostado merecia que a parte nova lhe fizesse, no mínimo, jus.

Olhem para o exemplo da Avenida António Feijó. Numa altura em que existiam meia dúzia de carros em Ponte de Lima houve a audácia e visão de a construir. Pelos modelos que podemos encontrar, se esta avenida tivesse que ser rasgada actualmente, era quase certo que nunca veria a luz do dia. Tantos metros desperdiçados…

União ou não?

Perdido o motivo económico, ainda existirá vontade nos nossos políticos de unir o Alto Minho num só?

O presidente da autarquia de Viana, devido a razões de peso político dentro do seu partido, não se absteve de fazer declarações inqualificáveis ao classificar alguns concelhos do Alto Minho como irrelevantes. O presidente da câmara de Ponte de Lima põe, também, algumas reticências à união. O único motivo que, aparentemente, os fazia ultrapassar algumas quezílias políticas era mesmo o dos fundos comunitários.

O Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional afirmou, numa reunião, ao que parece secreta, com os presidentes das Câmaras constituintes da VALIMAR, que não era necessária a união dos municípios do Alto Minho para aceder aos fundos comunitários. Ora, assim, tudo parece indicar que, uma vez mais, a união será adiada. Quem perde são os Alto Minhotos.

Prioridades…

Enquanto em Valença o tema de discussão é a elevação da vila a cidade, a transformação do concelho valenciano no segundo maior pólo de atracão industrial, económico e social do distrito, em Ponte de Lima discute-se o encerramento de serviços essenciais. Serviços que desempenham um papel proveitoso e fundamental para a população não só limiana, mas também dos concelhos vizinhos.

Já agora, qual é a posição da estrutura local do partido do governo sobre estes encerramentos?