Em todo o caso, algo tem ser feito na parte ambiental. Manuel Fernandes já escreveu que com a reflorestação da serra de Antelas o impacto seria menor. Talvez, mas nada tem sido feito nesse sentido e, na verdade, não é só o impacto visual que está em causa. No entanto, não é só na freguesia de Arcozelo que existe este problema. A freguesia de Fornelos também alberga uma exploração que mais parece uma cratera espacial.
Muitos da “inteligenttia” limiana dir-me-ão que as explorações de pedra são mesmo assim, e assobiarão para o lado com medo, quiçá, de perder alguns votos. Lamento, mas se é verdade que em todas as indústrias existem danos colaterais, não o é menos que estes têm de ser minimizados ao máximo. A responsabilidade começa precisamente nos industriais até, e se não fosse por mais nada, como responsabilidade social das próprias empresas para com a comunidade.
E que importância tem este facto? A importância de significar menor segurança quer para os condutores quer para os peões. Não consigo, por isso, perceber o porquê do adiamento da construção do parque TIR no terreno comprado e anunciado para o efeito, na saída da auto-estrada na Ribeira. Será que a Câmara Municipal pensa que o assunto se resolve por si só? É que o exemplo dado em cima é não passa disso mesmo, um exemplo, a situação multiplica-se um pouco por todo o concelho. Até quando se arrastará este problema de (in)segurança rodoviária?