50 anos
sexta-feira, outubro 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
50 anos
sexta-feira, outubro 01, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
quarta-feira, setembro 01, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
domingo, agosto 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
Incêndios
Vida
quinta-feira, julho 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
quinta-feira, julho 01, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
terça-feira, junho 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
Praias fluviais
Inevitavelmente
Descida do rio
terça-feira, junho 01, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
sábado, maio 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
Numa das últimas reuniões da Assembleia Municipal, a CDU questionou o executivo municipal acerca da colaboração com a Irmandade de Santo António, a proprietária da referida igreja, de forma a recupera-la quer com algum tipo de apoio financeiro, quer com o possível apoio técnico, e até vir a obter algum tipo de apoio governamental. A resposta da autarquia foi inesperada, a Igreja de Santo António não é prioritária para o Município pelo que neste momento não será alvo de qualquer apoio.
Esta é uma atitude inexplicável que se espera que não seja um género de retaliação pelo que se tem passado no campo do Arnado. Não acredito que o seja, até pelas pessoas envolvidas, mas que não fica bem e é uma atitude incompreensível, lá isso é. Então um dos patrimónios mais fotografados de Ponte de Lima, um ex-libris do concelho, não é prioritário, será melhor para a nossa imagem a sua ruína?
Obras
Depois das intervenções no centro histórico, no passeio 25 de Abril, frente ao rio, e, ultimamente, na avenida de S. João, que parece estar à espera da festa para a inauguração, o passeio 25 de Abril voltará a entrar em obras, para aumentar o espaço pedonal e a velhinha avenida, conhecida pelos seus plátanos, irá sofrer também obras de requalificação.
Não, não vou dizer “mal” das obras, apenas vou fazer notar a inconstância com que se vão fazendo, aparentemente conforme os ventos. Hoje aqui, amanhã acolá, não parecendo existir um plano conciso e coerente que planifique o centro histórico como um todo. Mas se este existe, por que não dá-lo a conhecer, de uma vez por todas, aos limianos? Qual a justificação para este esquema de, digamos, prestações?
Qual é o critério?
“Quem não se sente, não é filho de boa gente”. Não poderia deixar de referir algo que me fez pensar no significado das palavras intolerância e ostracismo. Ao visionar alguns cartazes e programas de eventos a realizar em Ponte de Lima, deparei-me com uma designação interessante, “media partners”. Ao ler mais atentamente, dei-me conta que todos os órgãos de comunicação social limianos estão lá presentes. Bem, todos não, este vosso jornal não está na lista. O Povo do Lima, que se orgulha de tratar apenas das notícias de Ponte de Lima, não foi convidado, tendo sido o único que ficou de fora. Por que será?
sábado, maio 01, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
O Grande Irmão
quinta-feira, abril 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
Jovens e política
Desaparecido?
quinta-feira, abril 01, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
segunda-feira, março 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
segunda-feira, março 01, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
Mesmo com a hipotética aprovação pela Assembleia Municipal, este é um assunto que não pode morrer aqui. Pelo menos assim seria normal. É dever dos cidadãos perguntar o porquê, caberá à comunicação social perscrutar o porquê…
Uma atitude como esta leva a questionar a verdadeira finalidade do Eixo Atlântico, será que os interesses dos seus associados se sobrepõem a tudo, inclusive à realidade?
O alerta saiu no editorial da revista Limiana, pela mão de José Pereira Fernandes, e teve eco no Cardeal Saraiva em artigo de António Mário Leitão, e com toda a autoridade deverá produzir idêntica manifestação de desagrado à Câmara Municipal bem como à Assembleia Municipal, falo da omissão de António Feijó na Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI publicada no passado mês de Dezembro pela Porto Editora, e que é, de facto, uma omissão inqualificável e intolerável.
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
Sendo que nem um terreno nem outro pertencem à Câmara Municipal, torna-se imprescindível que se torne público, sim os limianos têm o direito de saber, a razão da opção por um terreno embargado em detrimento de outro sem entraves. Existe alguma justificação lógica?
Este projecto só peca por não promover a iniciativa privada. Por que não entregar os albergues à gestão privada, possibilitando a concessão da exploração a quem quiser investir e explorar este tipo de produto? Claro que muitos dirão que é um projecto que dá lucro e que até já rendeu aos cofres da Câmara de Ponte de Lima cerca de 130 mil euros. É verdade, mas não vejo a Câmara Municipal como mais um agente económico. A Câmara Municipal deverá ser parceira dos agentes económicos, não concorrente, cabendo a esta promover o investimento e fixação dos mesmos no concelho. E que melhor forma, neste caso, de promover o investimento privado do que a concessão da exploração para que estes assegurem mais postos de trabalho em zonas onde o emprego normalmente é escasso?!
Não seguindo esse caminho e tendo em conta que as escolas foram construídas para prestar um serviço às populações de uma determinada junta de freguesia, é de total justiça que, no mínimo, o “lucro”, ou uma boa parte dele, das novas “funções” reverta para as populações desse espaço físico, ou seja, para as juntas de Freguesia que deveriam ser chamadas para participarem na sua gestão.
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
O PSD, nos últimos anos, até tem aumentado o número de militantes, estando dividido por núcleos. Mas, apesar de mais militantes e de núcleos que já existem há mais de meia década, não consegue passar a sua mensagem, não se reflectindo esse aumento de militantes, essa criação de estruturas de base em resultados eleitorais. Bem pelo contrário, o PSD até já perdeu uma Junta de Freguesia onde existe um núcleo formal. Por que acontecerá esta situação? Será porque os militantes, na realidade, não passam de aderentes momentâneos ou porque os núcleos apenas são a expressão do controlo desses aderentes?
Após algumas hesitações, depois dos maus resultados das últimas eleições, Filipe Viana demitiu-se da presidência da secção local. Terminou Janeiro e passados três meses das autárquicas e dois da formalização pública da demissão do líder da concelhia, no momento em que escrevo, as eleições internas ainda não foram marcadas. Entretanto, o PSD local vai vegetando num limbo onde já ninguém parece motivado para nada. O mandato da demissionária Comissão Política acaba naturalmente neste início de Fevereiro e as eleições lá aparecerão, mas, entretanto, três meses já foram… Alguém quer saber? Onde andam os “militantes”? Não é intrigante verificar que à medida que o PSD ganha militantes, perde votos nas eleições?
Infelizmente, o PSD enveredou por um caminho do qual dificilmente conseguirá sair. Um caminho que, no fundo, o destina à irrelevância, um caminho onde ninguém lhe reconhece um pensamento sobre o concelho, sobre os limianos. Se o PSD quiser voltar a ser visto como um partido de alternativa, tem que primeiro reencontrar-se com o concelho, e ter um líder com uma visão abrangente que saiba transmitir as suas ideias e as do partido. Tem que voltar a ser um partido aberto à sociedade, com verdadeiros militantes vindos dos diferentes quadrantes da sociedade, trabalhadores, funcionários, profissionais liberais, médicos, pessoas com ideias do e para o concelho, sem uma visão tacanha do microcosmo da sua rua, mas vendo o concelho como um todo. Precisa de se transformar numa referência em assuntos chave, no emprego, na cultura, na acção social mesmo na educação (tema tão caro ao poder centrista). Mas para isso será necessário que sinta a necessidade de mudar, de estudar, de reflectir. Sinceramente, penso que a cada minuto que passa menor é a capacidade do PSD de Ponte de Lima conseguir reagir à morte lenta em que caiu desde os meados da década de 90 do século passado. Talvez seja um círculo que se fecha, ou que se abre…
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
O bairro das Pereiras, a dita zona da “rampinha” (nome retirado de um dos mais antigos bares da zona), é de facto uma referência na noite limiana. Claro que essa realidade se vai construindo à medida que a zona histórica se vai desertificando. São cada vez menos as pessoas que vivem no centro histórico, aliás, a própria proliferação de bares é incompatível com a ocupação habitacional a começar pelo ruído produzido pela actividade dos primeiros.
Devemos, no entanto, ter uma perspectiva global. Se a Câmara Municipal traçar um plano global para o centro histórico, onde se tente dividir por, digamos, sectores, talvez se consiga inflectir o abandono a que este está cada vez mais sujeito. Claro que isso não significaria que se voltasse ao bairro dos tecelões ou da judiaria, ou dos ourives, mas cada bairro poderia ser reactivado com a preponderância de um sector. Este plano deveria ter em conta as realidades particulares, e deveria ser mais no género de incentivo do que de imposição.
A aposta na revitalização, no restauro e na criação de habitação para os jovens e para os jovens casais essa, sim, deve ser uma das prioridades. A Câmara Municipal deveria ter no seu interior um gabinete de apoio a quem quisesse enveredar por um projecto que levasse à revitalização e à ocupação habitacional e não só comercial do centro histórico. Se não tem meios para criar um programa de incentivos, já seria uma grande ajuda se esse gabinete servisse como um género de “interface” entre proprietários e programas estatais, ou mesmo privados, possibilitando, por exemplo, o acesso a financiamento a custo zero ou controlado.
A polis existe enquanto centro, enquanto pólo de atracção de pessoas, se esses factores identificativos desaparecerem, a polis desaparece e passa a ser apenas um amontoado de pedras sem vida, sem grande sentido. É, de facto, um caminho longo, mas que deve ser percorrido com persistência.
Quando votei nos deputados que me iriam representar, não votei para que decidissem por mim questões que dizem respeito à consciência. É lamentável que nenhum dos senhores deputados eleitos por nós se tenha dignado a fazer tão só um único encontro com os eleitores do distrito para sentirem a posição daqueles que lhes deram o mandato. Não posso deixar de realçar pela negativa a posição de Eduardo Martins, eleito nas listas do PSD, bem como da totalidade dos deputados do PS. O primeiro por votar contra a maioria do pensamento dos seus eleitores, votando favoravelmente as propostas mais radicais, os segundos por se sujeitarem à disciplina de voto imposta pelo seu partido quando se deveriam apenas sujeitar aos seus eleitores.
segunda-feira, janeiro 11, 2010
Artigo n'O Povo do Lima
Neste contexto, é difícil perceber as razões que levaram a quem foi eleito por uma comunidade, por um círculo eleitoral, a esquecer o vínculo “sagrado” com quem o elegeu. Por exemplo, alguém saberá nesta altura o que pensam os nossos representantes na Assembleia da República sobre o dito casamento gay? Penso que ninguém, o que no mínimo é lamentável. Neste aspecto não existe, nem aparentemente é promovida, uma ligação entre eleitos e eleitores. Mas poderemos apontar culpados? Claro. Comecemos por nos apontar a nós próprios que preferimos ser pouco exigentes primeiro na escolha e depois no que concerne ao desempenho das funções…
Sendo eles um dos pilares fundamentais de uma democracia, quem se preocupa desde logo com a organização dos partidos, com seu funcionamento? Porque achará quase toda a gente normal que, por exemplo, se marquem eleições internas para datas estapafúrdias de forma a bloquear, deste modo, alternativas ao actual poder? Quem se preocupa que dentro dos partidos, em ditas estruturas juvenis, se ande a “ensinar” aos jovens que na política só vale o poder pelo poder…? Ou que a dita estrutura, que teoricamente serve para os jovens terem uma palavra activa na “polis”, se limite ao silêncio ou à bajulação pública?
Claro que nesta altura muitos dos leitores me dirão que este será o preço de uma democracia estabelecida e estabilizada. Talvez, mas, certamente que o afastamento e a desilusão em relação à política serão campo fértil para todos os que querem ver essa democracia como algo descartável.
segunda-feira, dezembro 14, 2009
O Povo do Lima - artigo de 14 de Dezembro
Que heróis?
Numa das minhas actividades com os jovens discutiam-se os “heróis”, os que de alguma forma se destacaram pela sua actividade na sociedade. No debate, desafiaram-me para referir um “herói” que eu tivesse conhecido e, porque há pouco tempo tinha falecido, lembrei-me do monsieur Barthez, um simpático “avô” francês que eu havia conhecido e que tinha pertencido, na sua juventude, à resistência francesa, durante a segunda guerra mundial. Uma pessoa normal, que passava despercebida no meio de todas as outras, mas que em determinada altura da sua vida tinha colocado à disposição de todos o seu maior bem, para defesa da liberdade, a defesa do seu país. Os meus jovens interlocutores logo me advertiram que esse senhor não valia, porque não era conhecido. Era verdade, e, como eram jovens ligados à Igreja, lembrei-me dos Cardeais portugueses nomeadamente do Cardeal Saraiva Martins que disponibilizou a sua casa para que pudéssemos assistir de forma privilegiada à entronização do Papa Bento XVI, “Mas membros da Igreja não contam...” logo afirmaram os meus jovens interlocutores. Resolvi falar então do meu tema preferido, a política, e atirei o nome de Durão Barroso, o presidente da Comissão Europeia, para cima da mesa. Todos o conheciam, mas como se tratava de um político não consideravam que pudesse entrar na “categoria” em discussão. Pensei que com o cinema iria finalmente dar um bom exemplo e falei-lhes da vez em que me cruzei com o actor italiano Roberto Benini numa rua escura de Roma. “Esse não é daquele do filme cinema qualquer coisa…?” “Não” respondeu outro “É do filme a Vida é Bela” arrematando “ É uma seca…” Interrompi-o, tentando lembrar a história do filme e as lições de vida que se poderiam retirar de lá, mas, uma vez mais, de nada valeu. Pensei “É o futebol que vai salvar a situação… “. Recordei a emoção de conhecer o meu velho ídolo de infância, o eterno bota de ouro, Fernando Gomes. “Quem?” perguntaram logo. “Onde joga?” Confesso que ainda tentei explicar que já não jogava há anos, mas depressa desisti. Resolvi então pergunta-lhes quem é que afinal poderia entrar na categoria de “herói”. Alguém que fosse conhecido, alguém como um André qualquer coisa ou Joana não sei o quê que todos os dias entram em dose dupla nas suas casa numa série juvenil qualquer… Actores consagrados pela moderna visibilidade televisiva muito mais importantes que alguém que se distinguiu no seu “mester”
Valores
“Mês do Natal e da família. Mês das prendas e do Pai Natal (antes era a chegada do menino Jesus)”. Não sei a intenção por trás deste texto que aparece na agenda cultural da Câmara Municipal de Ponte de Lima dedicada ao mês de Dezembro, mas parece-me que espelhar o Natal em prendas e Pai Natal é no mínimo redutor. Não será esta uma visão deturpada de uma época em que os cristãos celebram a “vinda” de Jesus, e os não cristãos, até porque vivemos numa sociedade com base nos valores cristãos, celebram os valores (paz, harmonia, solidariedade, dadiva…) que esta personagem histórica incutiu na humanidade?
terça-feira, dezembro 01, 2009
O Povo do Lima - artigo de 1 de Dezembro
As queixas sucederam-se, a população dividiu-se, o antigo presidente da Câmara chegou a dar o caso por resolvido com umas alterações de pormenor. A verdade é que aquele espaço mais parece estar ao abandono. Sinceramente, não sei o que será pior, ter-se edificado tal edifício no local em causa, ou o espaço continuar com aquele aspecto de abandono, que o torna propício à delinquência o que, inevitavelmente, afasta as famílias de um dos locais de recreio e convívio por excelência, situado bem perto do centro histórico.
Alguém sabe qual é a actual situação da obra? Continua embargada ou não? Se não está embargada e já que não mudaram a localização do bar, construam-no rapidamente de forma a devolver vida àquele espaço.
A liderança política deverá reflectir seriamente nestes números. Está na hora da autarquia inflectir a sua política de captação e criação de emprego. Está na hora de reflectir e construir uma nova política económica para Ponte de Lima, porque as políticas seguidas anteriormente não deram resultado e, como disse Séneca, "errar é humano, persistir no erro é diabólico”.