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| (Artigo publicado no jornal Cardeal Saraiva de 17 de Março de 2016) |
segunda-feira, março 28, 2016
Pensar Ponte de Lima - Artigo no jornal Cardeal Saraiva de 17 de Março de 2016
quarta-feira, março 23, 2016
sexta-feira, março 04, 2016
Intervenção na reunião de 20 de Fevereiro da Assembleia Municipal de Ponte de Lima
A propósito da inauguração do Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde de Ponte de Lima
quinta-feira, fevereiro 11, 2016
Artigo no jornal Cardeal Saraiva de 4 de Fevereiro de 2016
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| (Artigo publicado no jornal Cardeal Saraiva de 4 de Fevereiro de 2016) |
segunda-feira, dezembro 28, 2015
Sim, isto é apoiar o emprego
segunda-feira, novembro 23, 2015
O estranho caso da toponímia
terça-feira, outubro 20, 2015
Ainda se lembram de Daniel Campelo?
sexta-feira, julho 24, 2015
Na vida todos nós temos os nossos faróis…
quinta-feira, julho 09, 2015
Intervenção na reunião de 27 de Junho da Assembleia Municipal de Ponte de Lima
quarta-feira, maio 20, 2015
Porque a informação também é património
sexta-feira, maio 01, 2015
Intervenção na Assembleia Municipal de 24 de Abril de 2015
quinta-feira, março 19, 2015
No dia do pai...
quinta-feira, fevereiro 05, 2015
Mas de que é que Gaspar tem medo?
domingo, janeiro 18, 2015
Oposição de formulário
sábado, dezembro 27, 2014
Nem um só cêntimo…
(Artigo publicado no jornal Cardeal Saraiva de 12 de Dezembro de 2014)
Certamente o leitor já se apercebeu que Ponte de Lima mergulhou numa das maiores polémicas politicas dos últimos anos. Victor Mendes e os vereadores da maioria querem construir um edifício novo para a Câmara Municipal orçamentado em cerca de 6,5 milhões de euros.
Anunciado com grandes parangonas na comunicação social logo criou polémica quer nos agentes políticos, o vereador e o PSD insurgiram-se contra tal faraónico projecto, quer nos agentes económicos, a Associação empresarial de Ponte de Lima fez sair vários comunicados contra a deslocalização dos Paços do Concelho, quer da comunidade em geral. Recentemente, com a mudança da liderança, o novo líder do CDS de Ponte de Lima, Abel Baptista, afirmou em entrevista à ROL que este projectoseria disparate.
Passaram apenas dois anos da inauguração do edifício Portas de Braga, totalmente renovado para albergar partedos serviços municipais. A actual Câmara Municipal é um edifício com história, construído no seculo XV,precisamente como Paços do Concelho, que foi tambémrecentemente renovado. É óbvio que a notícia da intenção da construção de um novo edifício cause em todos repulsa e indignação. Estarão a dizer que os milhares investidos num edifício inaugurado em 2012 foram mal gastos?
O leitor já imaginou o impacto negativo no centro histórico se retirarmos os serviços municipais de lá? Pois, só não percebo por que é que a maioria na Câmara Municipal não consegue entender…
Mesmo esquecendo o que já falamos, mesmo já contemplando a possibilidade da eventual existência de fundos comunitários para a obra, será que um único cêntimo que lá seja enterrado, dos dinheiros do município, ou seja, dos dinheiros de todos nós, é melhor investido que em tantas e tantas obras necessárias em qualquer freguesia do concelho? É este o critério rigoroso tão propagandeado pela maioria no executivo? É verdade que, de repente e ao contrário do que vinha a ser feito, o executivo alargou as bolsas em relação às juntas de freguesia, mas será que este “alargar” continuará depois de sábado?
Porquê sábado? Não sei se sabe, caro leitor, mas no próximo sábado reúne-se a Assembleia Municipal e, se os presidentes de Junta e a maioria se juntarem aos eleitos do PSD e da restante oposição, o projecto é chumbado. Esta é que é a verdade. Saibam os eleitos seguirem a vontade dos seus eleitores...
domingo, novembro 09, 2014
Areal, estacionamento?
(Artigo publicado no jornal Cardeal Saraiva de 06 de Novembro de 2014)
Não sei se o leitor aprecia, mas um dos meus divertimentos é “passear” pelos livros e fotografias antigas. Num desses “passeios”, encontrei uma fotografia interessante. O seu interesse passava pelo cenário retratado e por quem era retratado. Um grupo de jovens, aí na casa dos seus 20 anos, algures na década de 30 do século XX, escolhia o areal fronteiro à vila de Ponte de Lima para ser retratado. A fotografia que contemplo foi entregue com uma dedicatória de amizade.
O areal de Ponte de Lima sempre foi olhado com orgulho pelos limianos, como identitário, como elemento diferenciador de outras localidades. Usado para vários fins, desde corar e secar roupa até receber uma das maiores feiras quinzenais do país.
Com o passar dos anos e a massificação do automóvel, aquele espaço passou a ser a alternativa de estacionamento para quem não encontrava um lugar dentro do centro histórico. Paulatinamente, o areal foi sendo ocupado, em toda a sua extensão, pelo automóvel tornando-se este estacionamento, ironia das ironias, um ponto de atratividade para a vila limiana. Então, não seria de aproveitar a possibilidade de estacionar gratuitamente bem perto do centro histórico?
A verdade é que esta realidade foi sendo acentuada pela política da Câmara Municipal de proibir o estacionamento dentro do casco histórico. O núcleo do centro histórico foi passado, em exclusivo, para os peões e as ruas que o circunscrevem, foram, progressivamente, libertadas do estacionamento automóvel (marginal, largo de Camões…).
Se, por um lado, o centro histórico deixou de ter nas suas ruas o automóvel, a verdade é que a pressão passou toda para o areal. Os parques de estacionamento subterrâneos do centro histórico, que entretanto foram criados, foram pensados para estacionamentos específicos Embora tendo sido apresentados como alternativas ao estacionamento no areal, na verdade, nunca o foram. Um foi ocupado pelas viaturas de funcionários da própria câmara, o outro, no mercado municipal, manteve-se, na maioria do tempo, fechado, não atraindo público.
Com o passar dos anos, o areal deixou de o ser. A areia deu lugar à terra e à erva (com sistema de rega colocado pela Câmara Municipal). A roupa a secar desapareceu e os automóveis passaram a reinar. Nestes últimos anos, para além dos automóveis, o areal passou a receber as autocaravanas e os autocarros. As excursões começaram a parar bem junto à ponte medieval e esta passou a ser um género de sombreiro para os bancos de plástico e lancheiras.
Temos assim um problema, caro leitor. Hoje, quem escolheria o areal par tirar uma fotografia em grupo para oferecer aos amigos ou à namorada? Infelizmente, muitos ainda não veem o problema ambiental, turístico, económico e social desta ocupação selvagem. Infelizmente, muitos desses ocupam lugares de decisão.
Para resolver este problema devem ser dados pequenos, mas decisivos passos. Por exemplo, na última reunião da Assembleia Municipal foi sugerida a proibição do aparcamento dos autocarros no areal, salvaguardando-se a permissão do desembarque junto ao centro histórico. O presidente, numa primeira abordagem, e como vem sendo hábito, preferiu generalizar e defender-se, anunciando mais um ataque do PSD ao comércio tradicional por estar a propor a proibição do estacionamento no areal. Confrontado com a necessidade de responder ao que estava, de facto, a ser sugerido, o presidente da Câmara, afirmou “não vejo qualquer inconveniente no estacionamento dos autocarros no areal”.
Infelizmente, caro leitor, é com este tipo de pensamento que nos confrontamos. Infelizmente, caro leitor, os nossos responsáveis ou não encontram fotografias, como a descrita no início do texto, para ficarem sensíveis ao problema, ou nunca entenderam a beleza e importância do areal do rio Lima, ou, simplesmente, olham para o lado acreditando que, se ninguém falar, ninguém reparará no problema…
sábado, setembro 27, 2014
Assembleia Municipal de Ponte de Lima
sábado, agosto 16, 2014
Fontes
quinta-feira, agosto 14, 2014
Ainda há mergulhos?
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| (Artigo publicado no jornal Cardeal Saraiva de 8 de Agosto de 2014) |







